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amp-access

O AMP Access ou "paywall AMP e compatibilidade com assinaturas" oferece aos editores controle sobre qual conteúdo pode ser acessado por um leitor e com quais restrições, com base no status da assinatura do leitor, no número de visualizações e em outros fatores.

amp-access

Disponibilidade Estável
Script obrigatório
<script async custom-element="amp-access" src="https://cdn.ampproject.org/v0/amp-access-0.1.js"></script>
Exemplos Exemplo de código com notas para amp-access

Relacionamento com amp-subscriptions

A extensão amp-subscriptions oferece recursos semelhantes a amp-access. No entanto, ela é compatível com um protocolo de paywall de acesso mais especializado. Algumas diferenças notáveis são:

  1. A resposta de direitos amp-subscriptions é semelhante à autorização de amp-access, mas é definida e padronizada de forma rígida.
  2. A extensão amp-subscriptions permite que vários serviços sejam configurados para que a página participe das decisões de acesso/paywall. Eles são executados simultaneamente e priorizados com base no serviço que retorna a resposta positiva.
  3. Como prova de acesso, os visualizadores de AMP têm permissão para fornecer ao amp-subscriptions uma resposta de autorização assinada, baseada em um contrato independente com editores.
  4. A marcação de conteúdo do amp-subscriptions é padronizada, permitindo que apps e rastreadores detectem com facilidade as seções de conteúdo premium.

Devido à padronização da marcação, à compatibilidade com vários provedores e à compatibilidade aprimorada com o visualizador, é recomendável que as novas implementações do editor e do provedor de paywall usem amp-subscriptions.

Solução

A solução proposta fornece controle ao editor sobre as decisões e os fluxos a seguir: - Criar e manter usuários - Controle de limite (permitir determinado número de visualizações gratuitas) - Responsabilidade pelo fluxo de login - Responsabilidade pela autenticação do usuário - Responsabilidade pelas regras e autorização de acesso - Flexibilidade para os parâmetros de acesso por documento

A solução é composta pelos seguintes componentes:

  1. Código do leitor de AMP: fornecido pelo ecossistema de AMP, é um identificador exclusivo do leitor visto pela AMP.
  2. Marcação de conteúdo de acesso: criada pelo editor, define quais partes de um documento ficam visíveis em quais circunstâncias.
  3. Endpoint de autorização: fornecido pelo editor, retorna a resposta que explica qual parte de um documento o leitor pode consumir.
  4. Endpoint de pingback: fornecido pelo editor, é usado para enviar a impressão de “visualização” de um documento.
  5. Link de login e página de login: permitem que o editor autentique o leitor e conecte a identidade dele ao código do leitor de AMP.

O Google AMP Cache retorna o documento ao leitor com algumas seções obscurecidas usando a marcação de conteúdo de acesso. O ambiente de tempo de execução de AMP chama o endpoint de autorização e usa a resposta para ocultar ou mostrar seções diferentes, conforme definido pela marcação de conteúdo de acesso. Depois que o documento é exibido para o leitor, o ambiente de tempo de execução de AMP chama o endpoint de pingback, que pode ser usado pelo editor para atualizar o medidor de contagem regressiva (número de visualizações gratuitas usadas).

A solução também permite que o editor coloque no documento AMP um link de login que inicie a página de login/inscrição, na qual o editor pode autenticar o leitor e associar a identidade dele ao código do leitor de AMP.

Na forma básica, essa solução envia o documento completo (embora obscurecido) para o leitor e simplesmente mostra/oculta seções restritas com base na resposta de autorização. No entanto, a solução também fornece a opção "server", em que as seções restritas podem ser excluídas da entrega inicial do documento e transferidas por download somente após a confirmação da autorização.

Para que haja compatibilidade com o AMP Access, é necessário que o editor implemente os componentes descritos acima. A marcação de conteúdo de acesso e o endpoint de autorização são obrigatórios. O endpoint de pingback e a página de login são opcionais.

Código do leitor de AMP

Para auxiliar os serviços de acesso e casos de uso, o AMP Access introduz o conceito de código do leitor.

O código do leitor é um código anônimo e exclusivo criado pelo ecossistema de AMP. Ele é exclusivo para cada par de leitor/editor, ou seja, um leitor é identificado de forma diferente para dois editores distintos. É um código não reversível. O código do leitor está incluído em todas as comunicações do AMP/editor e tem entropia muito alta. Os editores podem usar o código do leitor para identificá-lo e mapeá-lo para os próprios sistemas de identidade.

O código do leitor é construído no dispositivo do usuário e tem longa duração. No entanto, ele segue as regras normais de armazenamento de navegador, incluindo aquelas para janelas anônimas. O ciclo de vida pretendido de um código do leitor é de um ano entre os usos ou até que o usuário limpe os cookies. No momento, os códigos do leitor não são compartilhados entre dispositivos.

O código do leitor é construído de forma semelhante ao mecanismo usado para criar o ExternalCID descrito aqui (link em inglês). Um exemplo de código de leitor é amp-OFsqR4pPKynymPyMmplPNMvxSTsNQob3TnK-oE3nwVT0clORaZ1rkeEz8xej-vV6.

Cookies e AMP Access

Os editores podem usar os próprios cookies de autenticação, o código do leitor ou uma combinação dos dois.

Marcação de conteúdo de acesso

A marcação de conteúdo de acesso determina quais seções ficam visíveis ou ocultas com base na resposta de autorização retornada pelo endpoint de autorização. Ela é descrita por atributos de marcação especiais.

Endpoint de autorização

Autorização é um endpoint fornecido pelo editor e chamado pelo ambiente de tempo de execução de AMP ou pelo Google AMP Cache. É um endpoint CORS GET credenciado. Esse endpoint retorna os parâmetros de acesso que podem ser usados pela marcação de conteúdo para ocultar ou mostrar diferentes partes do documento.

Endpoint de pingback

O pingback é um endpoint fornecido pelo editor e chamado pelo ambiente de tempo de execução de AMP ou pelo Google AMP Cache. É um endpoint CORS POST credenciado. O ambiente de tempo de execução de AMP chama esse endpoint automaticamente quando o leitor começa a visualizar o documento. Esse endpoint também é chamado depois que o leitor conclui o fluxo de login. Um dos principais objetivos do pingback é fazer com que o editor atualize as informações de limite.

Pingback opcional. Ele pode ser desativado configurando a propriedade de configuração noPingback como true.

A página de login é implementada e exibida pelo editor e chamada pelo ambiente de tempo de execução de AMP. Ela geralmente é exibida como uma caixa de diálogo do navegador.

A página de login é acionada quando o leitor toca no link de login, que pode ser colocado pelo editor em qualquer lugar do documento.

Especificações da v0.1

Configuração

Todos os endpoints são configurados no documento AMP como um objeto JSON no HEAD do documento:

<script id="amp-access" type="application/json">
  {
    "property": value,
    ...
    }
</script>

As seguintes propriedades são definidas nessa configuração:

Propriedade Valores Descrição
authorization <URL> O URL de HTTPS para o endpoint de autorização.
pingback <URL> O URL de HTTPS para o endpoint de pingback.
noPingback true/false Quando configurada como true, desativa o pingback.
login <URL> ou
<Map[string, URL]>
O URL de HTTPS para a página de login ou um conjunto de URLs para diferentes tipos de páginas de login.
authorizationFallbackResponse <object> O objeto JSON a ser usado no lugar da resposta de autorização, se ela falhar.
authorizationTimeout <number> Tempo limite (em milissegundos) depois do qual a solicitação de autorização é considerada com falha. O valor padrão é 3000. Valores superiores a 3000 são permitidos somente no ambiente de desenvolvimento.
type "client" ou "server" O padrão é "client". A opção "server" está em discussão para design, e estes documentos serão atualizados quando ela for concluída.
namespace string O padrão é vazio. O namespace é necessário se vários provedores de acesso forem especificados.

Os valores de <URL> especificam URLs HTTPS com variáveis de substituição. As variáveis de substituição são abordadas com mais detalhes na seção abaixo Variáveis de URL de acesso.

Veja um exemplo da configuração do AMP Access:

<script id="amp-access" type="application/json">
{
  "authorization":
      "https://pub.com/amp-access?rid=READER_ID&url=SOURCE_URL",
  "pingback":
      "https://pub.com/amp-ping?rid=READER_ID&url=SOURCE_URL",
  "login":
      "https://pub.com/amp-login?rid=READER_ID&url=SOURCE_URL",
  "authorizationFallbackResponse": {"error": true}
}
</script>

Vários provedores de acesso

É possível especificar vários provedores de acesso usando uma matriz, em vez de um único objeto, e fornecendo um namespace para cada entrada.

<script id="amp-access" type="application/json">
[
  {
    "property": value,
    ...
    "namespace": value
  },
  ...
[
</script>

Variáveis de URL de acesso

Ao configurar os URLs para vários endpoints, o editor pode usar variáveis de substituição. A lista completa dessas variáveis é definida nas especificações de variáveis de AMP (link em inglês). Essas especificações adicionam algumas variáveis específicas para acesso, como READER_ID e AUTHDATA. Algumas das variáveis mais relevantes são descritas na tabela abaixo:

Var Descrição
READER_ID O código do leitor de AMP.
AUTHDATA(field) O valor do campo na resposta de autorização.
RETURN_URL O marcador para o URL de retorno especificado pelo ambiente de tempo de execução de AMP para o qual uma caixa de diálogo de login precisa retornar.
SOURCE_URL O URL de origem do documento AMP. Se o documento for exibido a partir de um CDN, o AMPDOC_URL será um URL do CDN, enquanto SOURCE_URL será o URL da fonte original.
AMPDOC_URL O URL do documento AMP.
CANONICAL_URL O URL canônico do documento AMP.
DOCUMENT_REFERRER O URL de referência.
VIEWER O URL do visualizador de AMP.
RANDOM Um número aleatório. É útil para evitar o processo de cache do navegador.

Veja um exemplo do URL estendido com o código do leitor, o URL canônico, as informações de referência e o cachebuster aleatório:

https://pub.com/access?
  rid=READER_ID
  &url=CANONICAL_URL
  &ref=DOCUMENT_REFERRER
  &_=RANDOM

A variável AUTHDATA está disponível para pingback e URLs de login. Ela permite passar qualquer campo da resposta de autorização como um parâmetro de URL. Por exemplo, AUTHDATA(isSubscriber). Expressões aninhadas também são permitidas, como AUTHDATA(other.isSubscriber). Se namespaces forem usados, eles poderão ser anexados ao campo, por exemplo, AUTHDATA(anamespace.afield).

Marcação de conteúdo de acesso

A marcação de conteúdo de acesso descreve quais seções ficam visíveis ou ocultas. Ela é composta por dois atributos de AMP: amp-access e amp-access-hide, que podem ser colocados em qualquer elemento HTML.

O atributo amp-access fornece a expressão que resulta em true ou false, com base na resposta de autorização retornada pelo endpoint de autorização. O valor resultante indica se o elemento e o respectivo conteúdo estão visíveis ou não.

O valor amp-access é uma expressão booleana definida em uma linguagem semelhante a SQL. A gramática é definida no Apêndice A da seguinte forma:

<div amp-access="expression"></div>

As propriedades e os valores se referem às propriedades e aos valores da resposta de autorização retornada pelo endpoint de autorização. Isso fornece um sistema flexível, compatível com diferentes cenários de acesso. Se estiver usando namespaces, adicione-os aos nomes de propriedades, por exemplo, anamespace.aproperty.

O atributo amp-access-hide pode ser usado para ocultar o elemento de maneira otimista antes que a resposta de autorização seja recebida, o que pode mostrá-lo. Ele fornece a semântica de "invisível por padrão". A resposta de autorização retornada posteriormente pela autorização pode rescindir esse padrão e tornar a seção visível. Quando o atributo amp-access-hide é omitido, a seção é mostrada/incluída por padrão. O atributo amp-access-hide só pode ser usado em conjunto com o atributo amp-access.

<div amp-access="expression" amp-access-hide></div>

Se houver falha na solicitação de autorização, as expressões amp-access não serão avaliadas, e a definição de se uma seção ficará visível ou oculta será feita pela presença do atributo amp-access-hide fornecido inicialmente pelo documento.

Podemos estender o conjunto de atributos amp-access-* conforme necessário para que seja compatível com diferentes necessidades de ofuscação e renderização.

Se houver falha na solicitação de autorização e a resposta "authorizationFallbackResponse" não for especificada no documento, as expressões amp-access não serão avaliadas, e a definição de se uma seção ficará visível ou oculta será feita pela presença do atributo amp-access-hide fornecido inicialmente pelo documento.

Veja um exemplo que mostra o link de login ou o conteúdo completo, com base no status da assinatura:

<header>
  Title of the document
</header>
<div>
  First snippet in the document.
</div>

<div amp-access="NOT subscriber" amp-access-hide>
  <a on="tap:amp-access.login">Become a subscriber now!</a>
</div>

<div amp-access="subscriber">
  Full content.
</div>

Aqui: - subscriber é um campo booleano da resposta de autorização retornado pelo endpoint de autorização. Essa seção fica oculta por padrão, o que é opcional. - Esse exemplo opta por mostrar todo o conteúdo de maneira otimista.

Veja outro exemplo que mostra ao leitor a exoneração de responsabilidade sobre o estado do limite:


<section amp-access="views <= maxViews">
  <template amp-access-template type="amp-mustache">
    You are reading article {{views}} out of {{maxViews}}.
  </template>
</section>

E este é um exemplo que mostra conteúdo adicional para os assinantes premium:

<section amp-access="subscriptonType = 'premium'">
  Shhh… No one but you can read this content.
</section>

Endpoint de autorização

A autorização é configurada pela propriedade authorization na seção Configuração de AMP Access. É um endpoint CORS GET credenciado. Consulte Segurança de origem do CORS para saber como essa solicitação precisa ser protegida.

A autorização aceita qualquer parâmetro, conforme definido na seção Variáveis de URL de acesso. Por exemplo, ela pode passar o código do leitor de AMP e o URL do documento. Além dos parâmetros de URL, o editor pode usar qualquer informação fornecida naturalmente pelo protocolo HTTP, como o endereço IP do leitor. A inclusão de READER_ID é obrigatória.

Esse endpoint produz a resposta de autorização que pode ser usada na marcação de conteúdo para mostrar/ocultar diferentes partes do conteúdo.

O formato da solicitação é:

https://publisher.com/amp-access.json?
rid=READER_ID
&url=SOURCE_URL

A resposta é um objeto JSON de formato livre: pode conter quaisquer propriedades e valores, com poucas limitações. As limitações são: - Os nomes de propriedades precisam obedecer às restrições definidas pela gramática de expressões de amp-access (consulte o Apêndice A). Isso significa, principalmente, que os nomes de propriedades não podem conter caracteres como espaços, traços e outros caracteres que não obedeçam às especificações de "amp-access".

  • Os valores da propriedade podem ser apenas de um destes tipos: string, number, boolean.

  • Os valores também podem ser aninhados como objetos com valores dos mesmos tipos: string, number, boolean.

  • O tamanho total da resposta de autorização serializada não pode ser superior a 500 bytes.

  • A resposta não pode incluir informações de identificação pessoal (PII, na sigla em inglês) ou dados pessoais.

Veja uma pequena lista de ideias possíveis para propriedades que podem ser retornadas a partir do endpoint de autorização: - Informações de limite: número máximo permitido de visualizações e o número atual de visualizações.

  • Se o leitor está conectado ou é um assinante.

  • Um tipo mais detalhado da assinatura: básico, premium.

  • Informação geográfica: país, região, região de publicação personalizada.

Veja um exemplo de resposta quando o leitor não é assinante, tem um limite de 10 artigos/mês e já visualizou seis:

{
  "maxViews": 10,
  "currentViews": 6,
  "subscriber": false
}

Este é um exemplo de resposta quando o leitor está conectado e tem uma assinatura do tipo premium:

{
  "loggedIn": true,
  "subscriptionType": "premium"
}

O RPC pode ser chamado na fase de pré-renderização e, portanto, não precisa ser usado para a contagem regressiva do limite, considerando que o leitor pode nunca chegar a ver o documento.

Outra consideração importante é que, em alguns casos, o ambiente de tempo de execução de AMP precisa chamar o endpoint de autorização várias vezes em cada impressão de documento. Isso pode acontecer quando o ambiente de tempo de execução de AMP acredita que os parâmetros de acesso do leitor foram alterados significativamente, por exemplo, após um fluxo de login bem-sucedido.

A resposta de autorização pode ser usada pelo ambiente de tempo de execução de AMP e por extensões para três finalidades:

  1. Ao avaliar expressões de amp-access.
  2. Ao avaliar modelos <template>, como amp-mustache.
  3. Ao fornecer variáveis adicionais para pingback e URLs de login usando AUTHDATA(field).

O endpoint de autorização é chamado pelo ambiente de tempo de execução de AMP como um endpoint CORS credenciado. Por isso, ele precisa implementar o protocolo CORS. Ele precisa usar a origem do CORS e a origem da fonte para restringir o acesso ao serviço, conforme descrito em Segurança de origem do CORS. Esse endpoint pode usar os cookies do editor para o que precisar. Por exemplo, ele pode associar a vinculação entre o código do leitor e a identidade do usuário do editor. A própria AMP não precisa saber disso (e prefere não saber). Para ver mais detalhes, consulte a documentação Código do leitor de AMP e Cookies e AMP Access.

O ambiente de tempo de execução de AMP (ou o navegador) observa os cabeçalhos de resposta do cache ao chamar o endpoint de autorização. Assim, as respostas armazenadas em cache podem ser reutilizadas. Isso pode ser desejado ou não. Se não for, o editor poderá usar os cabeçalhos de controle de cache apropriados e/ou a substituição de variável RANDOM para o URL do endpoint.

Se a solicitação de autorização falhar, o ambiente de tempo de execução de AMP a substituirá pela "authorizationFallbackResponse", se ela estiver especificada na configuração. Nesse caso, o fluxo de autorização continuará normalmente com o valor da propriedade "authorizationFallbackResponse" no lugar da resposta de autorização. Se a "authorizationFallbackResponse" não for especificada, o fluxo de autorização falhará. Nesse caso, as expressões de amp-access não serão avaliadas, e a presença do atributo amp-access-hide fornecida pelo documento determinará se uma seção ficará visível ou oculta.

A solicitação de autorização expira automaticamente, e presume-se que ela falhou após três segundos.

O ambiente de tempo de execução de AMP usa as seguintes classes CSS durante o fluxo de autorização:

  1. A classe CSS amp-access-loading é configurada na raiz do documento quando o fluxo de autorização é iniciado e é removida quando o fluxo termina ou falha.

  2. A classe CSS amp-access-error é configurada na raiz do documento quando o fluxo de autorização falha.

Na opção server, a chamada para o endpoint de autorização é feita pelo Google AMP Cache como um endpoint HTTPS simples. Isso significa que, nesse caso, os cookies do editor não podem ser entregues.

Endpoint de pingback

O pingback é configurado por meio da propriedade pingback na seção Configuração de AMP Access. É um endpoint CORS POST credenciado. Consulte Segurança de origem do CORS para saber como essa solicitação precisa ser protegida.

O URL de pingback é opcional. Ele pode ser desativado com "noPingback": true.

O URL de pingback aceita qualquer parâmetro, conforme definido na seção Variáveis de URL de acesso. Por exemplo, ele pode passar o código do leitor de AMP e o URL do documento. A inclusão de READER_ID é obrigatória.

O pingback não produz uma resposta. Qualquer resposta é ignorada pelo ambiente de tempo de execução de AMP.

O endpoint de pingback é chamado quando o leitor começa a visualizar o documento e depois que ele conclui o fluxo de login.

O editor pode usar o pingback: - para fazer contagem regressiva do número de visualizações gratuitas da página; - para mapear o código do leitor de AMP para a identidade do editor, considerando que, pelo fato de o pingback ser um endpoint CORS credenciado, ele pode conter cookies do editor.

O formato da solicitação é:

https://publisher.com/amp-pingback?
rid=READER_ID
&url=SOURCE_URL

Página de login

O URL da página de login é configurado por meio da propriedade login na seção Configuração de acesso AMP.

A configuração pode especificar um único URL de login ou um mapa de URLs de login codificados pelo tipo de login. Um exemplo de URL de login:

{
  "login": "https://publisher.com/amp-login.html?rid={READER_ID}"
  }

Um exemplo de vários URLs de login:

{
  "login": {
    "signin": "https://publisher.com/signin.html?rid={READER_ID}",
    "signup": "https://publisher.com/signup.html?rid={READER_ID}"
    }
  }

O URL aceita qualquer parâmetro, conforme definido na seção Variáveis de URL de acesso. Por exemplo, ele pode passar o código do leitor de AMP e o URL do documento. A substituição de consulta RETURN_URL pode ser usada para especificar o parâmetro de consulta para o URL de retorno, por exemplo, ?ret=RETURN_URL. O URL de retorno é obrigatório. Se a substituição RETURN_URL não for especificada, ela será injetada automaticamente com o nome do parâmetro de consulta padrão "return".

A página de login é uma página da Web normal sem restrições especiais, além de precisar funcionar bem como uma caixa de diálogo do navegador. Consulte a seção Fluxo de login para ver mais detalhes.

O formato da solicitação é:

https://publisher.com/amp-login.html?
rid=READER_ID
&url=SOURCE_URL
&return=RETURN_URL

Observe que o parâmetro de URL "return" será adicionado pelo ambiente de tempo de execução de AMP automaticamente se a substituição RETURN_URL não for especificada. Depois que a página de login concluir o trabalho, ela precisará redirecionar para o "Return URL" especificado, com o seguinte formato:

RETURN_URL#success=true|false

Observe o uso do parâmetro de hash de URL “success”. O valor é “true” ou “false”, dependendo de se o login é bem-sucedido ou abandonado. O ideal é que a página de login, quando possível, envie o sinal em casos de sucesso ou falha.

Se o sinal success=true for retornado, o ambiente de tempo de execução de AMP repetirá as chamadas para os endpoints de autorização e pingback para atualizar o estado do documento e informar a "view" com o novo perfil de acesso.

O editor pode colocar o link de login em qualquer parte do conteúdo do documento.

Um ou mais URLs de login são configurados por meio da propriedade "login" na seção Configuração do AMP Access.

O link de login pode ser declarado em qualquer elemento HTML que aceite o atributo “on”. Normalmente, é um elemento de botão ou âncora. Quando um único URL de login é configurado, o formato é:

<a on="tap:amp-access.login">Login or subscribe</a>

Quando vários URLs de login são configurados, o formato é tap:amp-access.login-{type}. Exemplo:

<a on="tap:amp-access.login-signup">Subscribe</a>

Quando namespaces são usados, o formato é tap:amp-access.login-{namespace} ou tap:amp-access.login-{namespace}-{type}.

A AMP não faz distinção entre login e assinatura. Essa distinção pode ser configurada pelo editor usando vários URLs/links de login ou no lado do editor.

Integração com amp-analytics

A integração com amp-analytics está documentada em amp-access-analytics.md.

Segurança de origem do CORS

Os endpoints de autorização e pingback são endpoints CORS e precisam implementar o protocolo de segurança descrito nas Especificações de segurança de AMP CORS.

Limite

Limite é o sistema em que o leitor tem acesso a conteúdo premium gratuitamente para várias visualizações de documentos em determinado período. Quando a cota é atingida, o paywall é exibido e o leitor vê um conteúdo parcial com uma mensagem de venda e um link de assinatura/login. Por exemplo, o limite pode ser definido como “o leitor pode ler 10 artigos por mês gratuitamente”.

O AMP Access oferece os seguintes recursos para a implementação de acesso limitado:

  1. O READER_ID precisa ser usado para armazenar informações de limite. Como o editor não pode depender da possibilidade de definir cookies em um contexto de terceiros, esses dados precisam ser armazenados no lado do servidor.

  2. A “contagem de leitura” só pode ser atualizada no endpoint de pingback.

  3. Somente documentos exclusivos podem ser contabilizados na cota. Ou seja, a atualização do mesmo documento dez vezes é contada como uma única visualização. Para essa finalidade, os endpoints de autorização e pingback podem injetar SOURCE_URL ou variáveis de URL semelhantes. Consulte Variáveis de URL de acesso.

Primeiro clique grátis

A política do Google de Primeiro clique grátis (FCF, na sigla em inglês) é descrita aqui, com a atualização mais recente descrita em mais detalhes nesta postagem (link em inglês).

Para implementar o FCF, o editor precisa: (1) conseguir determinar o serviço de referência para cada visualização, e (2) conseguir contar o número de visualizações por dia para cada leitor.

As duas etapas são abordadas nas especificações do AMP Access. O referenciador pode ser injetado nos URLs de pingback e autorização usando a substituição de URL DOCUMENT_REFERRER, conforme descrito em Variáveis de URL de acesso. A contagem de visualizações pode ser feita usando o endpoint de pingback no lado do servidor. Isso é muito parecido com a implementação de limite descrita em Limite.

Fluxo de login

O AMP inicia uma caixa de diálogo como uma janela própria, um pop-up ou uma guia. Sempre que possível, os visualizadores de AMP precisam tentar iniciar a caixa de diálogo de login no navegador para que possam aproveitar as APIs de nível superior do navegador.

O fluxo de login é iniciado pelo ambiente de tempo de execução de AMP quando o leitor ativa o link de login e segue descritivamente as seguintes etapas:

  1. A caixa de diálogo (janela própria) é aberta pelo ambiente de tempo de execução de AMP ou pelo visualizador para o URL de login especificado. O URL contém um parâmetro de consulta extra de URL "Return URL" (&amp;return=RETURN_URL). Vários outros parâmetros também podem ser expandidos no URL, como o código do leitor. Para ver mais detalhes, consulte a seção Página de login.

  2. O editor exibe uma página de login de formato livre.

  3. O leitor segue as etapas de login, como inserir nome de usuário/senha ou usar um login social.

  4. O leitor envia o login. O editor conclui a autenticação, define cookies e, por fim, redireciona o leitor para o "Return URL" solicitado anteriormente. O redirecionamento contém o parâmetro hash de URL success, que pode ser true ou false.

  5. A caixa de diálogo segue o redirecionamento para o "Return URL".

  6. O ambiente de tempo de execução de AMP autoriza novamente o documento.

Somente as etapas de 2 a 5 exigem ação do editor, que fornece a própria página de login e garante o redirecionamento correto após a conclusão. Não há restrições especiais impostas à página de login, exceto que ela precisa funcionar bem como uma caixa de diálogo.

Como de costume, o código do leitor precisa ser incluído na chamada para a página de login e pode ser usado pelo editor para mapeamento de identidade. Como uma janela própria, o editor também receberá os cookies e poderá defini-los. Se o leitor já estiver conectado no lado do editor, é recomendável que o editor redirecione imediatamente de volta para o "Return URL" com a resposta success=true.

Glossário de AMP

  • Documento AMP: o documento HTML que segue o formato AMP e é validado pelo validador de AMP. Os documentos AMP podem ser armazenados em cache pelo Google AMP Cache.
  • Validador de AMP: o programa de computador que faz uma análise estática de um documento HTML e retorna sucesso ou falha, dependendo de se o documento obedece ou não ao formato AMP.
  • Ambiente de tempo de execução de AMP: o tempo de execução do JavaScript que executa o documento AMP.
  • Google AMP Cache: o cache de proxy para documentos AMP.
  • Visualizador de AMP: o aplicativo da Web ou nativo que exibe/incorpora documentos AMP.
  • Publisher.com: o site de um editor de AMP.
  • Endpoint CORS: endpoint HTTPS de origem cruzada. Consulte https://developer.mozilla.org/pt-BR/docs/Web/HTTP/Access_control_CORS para ver mais informações. Consulte Segurança de origem do CORS para saber como essas solicitações precisam ser protegidas.
  • Leitor: a pessoa que visualiza os documentos AMP.
  • Pré-renderização de AMP: os visualizadores de AMP podem usar a pré-renderização, que renderiza um documento oculto antes de ele ser exibido. Isso proporciona uma melhora significativa no desempenho. No entanto, é importante levar em conta que a pré-renderização do documento não constitui uma visualização, já que o leitor pode nunca chegar a ver o documento.

Revisões

  • 02/09/2016: propriedade de configuração "noPingback" "e pingback opcional.
  • 03/03/2016: reenvio de pingback após o login (v0.5).
  • 19/02/2016: amostras corrigidas para remover {} das substituições de variáveis de URL.
  • 15/02/2016: o endpoint de configuração e de autorização agora permitem a propriedade "authorizationFallbackResponse", que pode ser usada quando a autorização falha.
  • 11/02/2016: tempo limite da solicitação de autorização no endpoint de autorização.
  • 11/02/2016: referências de campos aninhadas, como object.field, agora são permitidas.
  • 09/02/2016: seções Primeiro clique grátis e Limite.
  • 03/02/2016: especificação para segurança da "origem da fonte" adicionada a Segurança de origem do CORS.
  • 01/02/2016: o parâmetro de consulta "return" da página de login pode ser personalizado usando a substituição de URL RETURN_URL.

Apêndice A: gramática de expressões “amp-access”

A gramática BNF mais recente está disponível no arquivo access-expr-impl.jison.

O principal trecho dessa gramática é este:

search_condition:
  search_condition OR search_condition
  | search_condition AND search_condition
  | NOT search_condition
  | '(' search_condition ')'
  | predicate

predicate:
    comparison_predicate | truthy_predicate

comparison_predicate:
    scalar_exp '=' scalar_exp
    | scalar_exp '!=' scalar_exp
    | scalar_exp '<' scalar_exp
    | scalar_exp '<=' scalar_exp
    | scalar_exp '>' scalar_exp
    | scalar_exp '>=' scalar_exp

truthy_predicate: scalar_exp

scalar_exp: literal | field_ref

field_ref: field_ref '.' field_name | field_name

literal: STRING | NUMERIC | TRUE | FALSE | NULL

As expressões de amp-access são avaliadas pelo ambiente de tempo de execução de AMP e pelo Google AMP Cache. Isso NÃO faz parte das especificações que o editor precisa implementar. É apenas para fins informativos.

Discussão detalhada

Esta seção conterá uma explicação detalhada do design subjacente às especificações do amp-access e esclarecerá as opções de design. Em breve.

Validação

Consulte as regras do amp-access (link em inglês) nas especificações do validador de AMP.

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